sábado, janeiro 26, 2013


LED o que fazer e não fazer.

10 coisas que você DEVE fazer:


Solicite sempre o auxílio de um profissional habilitado para determinar a localização, quantidade e tipo de luminárias e lâmpadas LED, de acordo com a ocupação e destinação do ambiente; pode ser obtida direta ou difusa, além de soluções únicas em iluminação indireta;

Utilize sempre que possível luminárias de múltiplas unidades. Ao contrário da iluminação com lâmpadas incandescentes na qual se utiliza uma fonte única de alto fluxo, cabe a elas a tarefa de distribuir o feixe de forma adequada. Os dispositivos LED apresentam fluxo luminoso somente em seu hemisfério;
Considere em sua aplicação a altura de instalação das luminárias para que se possa obter um nível de iluminação de forma contínua e homogênea na área de interesse;
Observe a abertura do feixe luminoso, existem dispositivos mais focalizados, com feixe de até 60º e outros para iluminação mais difusa, com feixe entre 120 e 140º;
Para luz branca existem as versões “branca fria”, levemente azulada, e “branca quente”, amarelada. A “branca fria” é a mais adequada para áreas externas e ambientes de trabalho, ao passo que a última permite soluções vantajosas em áreas internas, sobretudo em aplicações residenciais;
Verifique qual é o IRC (Índice de Recuperação de Cor) ao escolher um LED para luz branca. Quanto mais aproximado da unidade, mais fiel será a produção das cores;
Os dispositivos de LED possibilitam soluções únicas em iluminação indireta, sobretudo em sancas, nichos, backlight de molduras e espelhos por proporcionarem resultados homogêneos sem zonas escuras;
Os dispositivos LED são muito econômicos no consumo de energia elétrica e mediante o uso de drivers especiais permitem a variação total da intensidade luminosa, sem que haja alteração na cor da luz, incrementando o conforto ambiental e possibilitando um acréscimo ainda maior na economia de energia elétrica;
Os LEDs permitem a obtenção de iluminação focalizada sem causar descoloração, aquecimento e envelhecimento da peça; além disso, são apresentados em diversas cores em versões RGB (Red/ Green/ Blue) que, mediante controladores adequados, possibilitam a obtenção de milhões de cores diferentes;
Utilize sempre LEDs de procedência idônea, empregue drivers convenientes e observe a faixa de temperatura de operação, assim eles apresentarão longa vida útil, podendo atingir até 50 mil horas.

 

 

 

10 COISAS QUE NÃO DEVE FAZER

Nunca utilize dispositivos LED de procedência duvidosa, lembrando que uma longa vida útil está associada à tecnologia, materiais de manufatura e processos produtivos. Não se deixe levar somente pela aparência externa, o barato pode sair caro;
Cuidado com as fontes e adaptadores de 12 volts disponíveis no mercado para alimentação de fitas de LEDs, pois na maioria das vezes não são projetadas para esta finalidade. Uma pequena elevação no valor da tensão de alimentação pode causar danos irreversíveis, como a diminuição da vida útil da fita;
Atenção ao instalar uma lâmpada LED, verifique sempre sua tensão de trabalho. O dispositivo pode se danificar instantaneamente se for ligado a uma rede de tensão mais elevada;
Não improvise! As luminárias devem ser especificamente projetadas para uso com LEDs de maneira a dissipar o calor produzido, otimizar o direcionamento do feixe luminoso e aproveitar ao máximo suas características de distribuição luminosa;
Nunca instale LED sem que seja prevista uma boa dissipação de calor. Lembre-se de que o calor excessivo é umdos maiores inimigos dos dispositivos eletrônicos;
Não instale e opere dispositivos LED em ambientes com umidade relativa do ar acima de 90% ou onde possa existir condensação;
Não opere luminárias sem aterramento, pois descargas elétricas podem danificar permanentemente os dispositivos LED;
Nunca utilize dimers que operem por variação do nível de tensão; solicite os que utilizem PWM (modulação de largura de pulso), que permite a manutenção das características de cor dos dispositivos ao longo de toda a faixa de variação;
Não use uma fita de LED que não seja protegida contrar espingos de água em situações nas quais isto possa ocorrer. Utilize sempre fitas que possuam uma proteção plástica transparente, a qual possibilita inclusive uma limpeza periódica adequada;
Não permita que pessoas que não entendam do assunto executem a instalação dos seus dispositivos LED, a execução deverá ser feita por eletricista habilitado e acompanhada por profissional com conhecimento das particularidades próprias desta tecnologia.



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domingo, janeiro 20, 2013


Bom domingo para vocês!!!

Domingo tudo de bom...
Bom descanso para vocês!!!


A Suri já estamos no clima rsrs!!!




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sexta-feira, janeiro 18, 2013


Apto de 50 anos reformado

O Apto tem 50 anos e foi totalmente reformado.
O mesmo esta localizado no Jardins - SP.

Eu gostei e você?







   Fonte: http://casa.abril.com.br/materia/reforma-de-seis-meses-mudou-apartamento-cinquentao#1
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quinta-feira, janeiro 17, 2013


Banheiros Pequenos By Casa Claudia

A limitação de espaço nestes banheiros foi contornada com grandes espelhos, bancadas econômicas, nichos no lugar certo e muito capricho no visual. 















Fonte: http://casa.abril.com.br/materia/banheiros-pequenos-e-bem-resolvidos
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quarta-feira, janeiro 16, 2013


Telhado Verde

Não muito tempo atrás, a idéia de telhados gramados conjurou imagens de tradicionais, casas bonitas na Escandinávia e Islândia. Agora, aussi popularidade de seus meios agrupamento Eles evocam imagens de lofts da cidade e casas modernas.

Há uma abundância de opções para telhados verdes, das árvores para a elaboração de flores nativas. Sod, no entanto, pode ser opção Especialmente anos acessível, eo seu olhar limpo-alinhado complementa Muitos estilos de habitação diferentes. Como todos os telhados verdes, grama ajuda a prolongar a vida útil do telhado, corta as contas de energia e contribui com o escoamento tempestade. É aussi, claro, contribui para o espaço verde e de vizinhança Fornece um santuário para pássaros e insetos.

     A Casa Bar 2, em Menlo Park, Califórnia, foi construído para ser amigo do ambiente e Tanto o orçamento amigável. De Dwell.
     A cobertura no Soho é agora um agradecimento oásis lindo para Dub Studios.
     Estúdio marca Merer de grama com tampo em Inglaterra é baseado em seu trabalho Desenvolver eco-friendly, arquitetura sustentável com as pessoas Swinomish tribais de Fidalgo Island em Washington Estado.
     A casa de verão em tons preto na Noruega parece chique coberto com um telhado de grama. De Bo Bedre.
     Uma casa acolhedora e tradicional nas Ilhas Faroé do blog de ​​viagem.

(Imagens: 1. Dwell 2 Dub Studios, 3 Wear Louis para Mark Merer via Arch Daily, 4 Andreas Mikkel Hansen para Bo Bedre 5 Arwen Joyce para o blog de ​​viagem....)





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terça-feira, janeiro 15, 2013


Falando em Loft


  (Foto: Charly Erwin)Um apartamento de planta e proporções clássicas, num prédio construído no início do século passado, no Quartier de la Porte Saint-Denis, no 10º arrondissement de Paris. Esta seria uma breve e precisa descrição da morada retratada nas fotos desta página. Seria, na encarnação passada do imóvel. Depois da profunda reforma empreendida ali, quem entra na residência do casal Christophe e Laurent sente-se imediatamente transportado para Nova York.
Paredes vieram abaixo e estruturas foram expostas para que o apartamento se transformasse num legítimo loft nova-iorquino, cuja decoração é marcada por um estilo urbano e cosmopolita. A personalidade dos moradores aparece em inúmeros elementos e peças de cores vibrantes, como no patinete vermelho pendurado em uma das paredes de tijolos aparentes, ou nas fotografias do artista Benoît Chavane que preenchem vários cômodos. As cadeiras vermelhas da sala de jantar contrastam com a base em preto, nos móveis principais, e branco, na maioria das paredes.

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Sofá e poltronas da sala de estar, em cinza escuro, emprestam um ar masculino ao ambiente, complementado pela a luminária de piso no mesmo tom. Outros destaques ficam por conta das vigas de metal que atravessam o apartamento e dão um ar industrial ao loft, e da lareira de tijolos aparentes, que proporciona toques mais rústicos.
A lareira, por sinal, serve também de divisor de ambientes entre as salas de jantar e de estar, e esta última, por sua vez, é vizinha do quarto, separado do ambiente por uma porta de correr preta. Detalhes também surpreendem, já que a morada conta com objetos vintage e outros modernos, que vivem em perfeita harmonia nos mesmos ambientes. Para completar, o banheiro de sete metros quadrados conta com gabinete em madeira nogueira e azulejos italianos monocromáticos, que fazem o espaço parecer uma verdadeira sala de estar, capaz de abrigar até dois banquinhos de madeira ornamentados com simpáticas luvas de boxe antigas. Decoração com punch.
  (Foto: Charly Erwin)

  (Foto: Charly Erwin)

  (Foto: Charly Erwin)

  (Foto: Charly Erwin)

  (Foto: Charly Erwin)

  (Foto: Charly Erwin)

  (Foto: Charly Erwin)

Fonte: Maison & Déco
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segunda-feira, janeiro 14, 2013


O que é um Loft




O que é um LOFT?


 
Em Nova York, regiões industriais decadentes, como o Soho, tornaram-se descoladas a partir da reciclagem de suas antigas fábricas e frigoríficos. Essas construções amplas, com pé-direito alto e vãos livres, atraíram, nos anos 60, artistas plásticos, que as utilizavam como morada e lugar de trabalho. Ateliê, quarto, sala, banheiro e cozinha se confundiam em um mesmo salão. Os lofts eram uma opção barata de moradia. Nos anos 70, com a revitalização de seu entorno pela prefeitura de Nova York, viraram moda e encareceram. Em Manhattan, os menores lofts de West Village (que vão de 55 a 78 metros quadrados) custam no mínimo 1 milhão de dólares.
O que um loft de verdade tem:
• Pé-direito de, no mínimo, 3,20 metros
• Ausência de paredes como divisões internas
• Ambientes conjugados preferencialmente em um nível só
• Colunas de sustentação aparentes
• Tijolos e tubulações à vista – elétrica, hidráulica e de ar-condicionado
• Ausência de forro e piso. O chão é de cimento
• Uso de materiais frios, como cerâmica
• Iluminação natural garantida por grandes janelas
Desire to inspire
Gregory Lee (Flickr)
HuntsmanPhoto (Flickr)
Ijzerman (Flickr)
Carl Bellavia (Flickr)
Salmonhead (Flickr)
Atelier Autonome (Flickr)
No Brasil, a maioria dos projetos lançados se distanciam muito do conceito original. Surgiram muitas adaptações, chamadas muitas vezes de lofts-fake ou apartamentos loft-inspired.  Por exemplo, muitos dúplex encontrados no mercado, embora não sejam nada amplos, são vendidos como lofts só por causa do pé-direito duplo. O que se faz por aqui são ambientes “loftados”, pois não  há galpões de fábrica em áreas em que as pessoas gostariam de morar. Mesmo assim o metro quadrado de um loft é cerca de 20% mais caro do que o de um apartamento convencional de mesma localização.
A tradução do conceito pelo mercado local resultou em construções de pé-direito duplo e grandes janelas em que a área social se confunde com a de serviço. A ala íntima (quarto e banheiro) fica resguardada em um mezanino. Solteiros e jovens casais sem filhos são o principal público desse tipo de empreendimento. Manter a privacidade num ambiente assim, no entanto, pode ser difícil quando ele é dividido com alguém. O loft é mais que um espaço: é um estilo de vida!
City Space (Flickr)
Casa Cláudia
Pete Sieger (Flickr)
City Space (Flickr)
 


Fonte: Roberto Migotto
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